sexta-feira, 31 de outubro de 2008

narrador:Nos perdemos muito tempo sempre fazendo a mesma coisa.Trabalhar, ir ao mesmo lugar todos os dias, seguir algum dogma.chamam isso de sobrevivência ou "se virar"
sobrevivência é evitar a morte.o problema é pode não ter nada a ver com viver.
Ele acorda assustado, no fundo o som do coração batendo.senta na cama acende um cigarro e respira fundo.Vai para o banheiro, se olha no espelho.troca de roupa, senta na cama outra vez, coloca a meia. cada uma de uma cor diferente.
sai pela porta da frente,(o ângulo da filmagem de dentro) ao lado da porta um relógio, marcando sete horas.Aporta se fecha.a filmagem escurece.
Narrador:vc perde seu tempo com a rotina.
descobre coisas que na sua grande maioria são inúteis.

A filmagem volta.A porta se abre,e o relógio ao lado marca 7 horas.
Repete
no outro dia.
Ele acorda assustado, no fundo o som do coração batendo.senta na cama acende um cigarro e respira fundo.Vai para o banheiro, se olha no espelho.troca de roupa, senta na cama outra vez, coloca a meia. cada uma de uma cor diferente.
sai pela porta da frente,(o ângulo da filmagem de dentro) ao lado da porta um relógio, marcando sete horas.a porta se fecha.a filmagem escurece.


Corte de camera.
essa é sua vida(ele diz olhando para o espelho) Sempre o mesmo.
Narrador:todos os dias eu não encontro um par de meias idênticas, então uso cores variadas.
cena das meias
ele sai pela porta, o relógio de ponteiro marcando 7 d manha.
volta o relógio marcando 7 horas.

ele senta na cama, tira as meias de cores diferentes.pega um livro e começa a ler, balança a cabeça ,fecha o livro,apaga a luz do abajur e dorme.

então um dia vc se entrega , ou chuta o balde.
ele acorda, coloca o par de cores igual , levanta, rasga o livro,pega a mala e desce pela porta, pega o relógio na parede , pisa nele até quebrar e sai pela porta.
a camera escurece, e depois volta ao normal , seu parentes entram pela porta,o relógio quebrado na prede com a hora que ele sai, seus parentes de preto. pegam o relógio na parede, e trocam por um novo
FIM

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Frase momentanea

O tempo passa.O abismo aumenta, e se torna mais complicado construir uma ponte..

tá,tá..Estou com um bloqueio.Mas a frase tem tudo a ver com o que to passando.A famosa dor de cotovelo causa mais danos do que se imagina.Do chateamento ao suicídio.Tenho me esforçado muito menos do que deveria,E minha língua ta mais afiada do que nunca.Tensão.Não só porque fico sem dinheiro quando meu cigarro acaba.Ou pelo fato de eu estar desempregado.O problema é que a esse abismo,ele ta aumentando e aumentando..Enquanto eu lambo a sola do fracasso,ela ta lá com seu namoradinho metido a cult.Tudo bem.O mínimo que eu espero,é que, ele a trate da melhor maneira possível.Acho que isso me torna masoquista.Ficar feliz por que a mulher que ama é feliz com outro.Ei,Espere, EU NÃO TO FELIZ.isso é bom.Muito bom.Me enganei quando disse que estava feliz,isso me obriga a fazer mudanças ou me matar.

bom, prefiro a primeira alternativa.

Até.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Fim de Semana morto

Esse fds foi totalmente parado pra min, sem beck, uma tentativa frustrante de me embriagar q n deu certo..o dinheiro n deu pra outra pinga com refrigerante( tão ruim q pura n dá, vc percebe pelo preço) e no fim, os amigos e suas mulheres sentados na praça Duque de caxias e de quebra um montinho perto fumando um toco e nem pra oferecer!n importa, tocamos violão totalmente sóbrios, e eu tinha cigarros..a amizade sempre prevalece aos vícios!

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Indo para o MG tempo no porta malas

.Não foi bem um sequestro.era o único jeito de entrar.E lá foi eu no porta malas para dentro do MG tempo.
.O sábado estava fora do comum,é assim mesmo, sempre quando o dia tá muito parado é porque alguma coisa vai acontecer.Como se o dia fosse acumulando suas surpresas para estourar tudo de uma vez.Ligo para o Gabriel e pergunto o que ele iria fazer à noite,"vem para cá" ,ele diz,E lá vai eu.Como sempre, é um enorme prazer ir na casa do meu grande amigo.
."Vamos ao MG tempo com o marquito"ele diz quando chego.Beleza penso eu.Um programa diferente.Marquito faz estagio no mg tempo,tudo a ver com seu curso que é geografia.Enquanto espero o Marquito, assisto um documentário sobre a segunda guerra mundial com o Gabriel e o pai dele.Edu.durante o documentário,Edu nos informa sobre o nome dos tanques de guerra.A inteligência dele sempre me surpreende."quero ser assim quando creçer"penso.
Marquito chega, e lá vai eu, Gabriel ,Marquito e Taty, sua namorada.No meio do caminho paramos para pegar o Ston, que também iria.E lá vamos nós!
Contagem é uma cidade muito estranha.Sei disso porque praticamente cresci lá.Logo após de passarmos no EPA e comprar 3 garrafas de vinho e alguns biscoitos, e eu bater a canela em um carrinho para crianças,seguimos para o MG tempo.
."Alguém precisa ir no porta malas" diz o marquito.Mesmo que déssemos a desculpa de ser um trabalho em campo, cinco pessoas era demais, não deixariam."eu vou " diz o gabriel, eu retruco mas ele afirma que minhas pernas são grandes demais.
.Cinco minutos depois,estou eu lá, espremido no porta malas.
Ouço logo depois de alguns metros,e varios "cala a boca Matheus" do gabriel, ouço o porteiro pedir a identidade de todos.O carro entra,e lá estou eu saindo do porta malas todo amarrotado.Efim, haviamos chegado.
Continua..

sábado, 11 de outubro de 2008

Consulta

A primeira coisa que ouço ao entrar no consultório é:
"Sente-se"
Me sento e espero a tempestade.
"Bom"ela diz "Conte-me tudo"
"Me ajude" eu digo."como posso ajudá-lo?""entretendo-me, prenda minha atenção, seja original. Caso contrario vou sair por aquela porta."
"Ta, Vou tentar"Se levanta e pede que eu a siga, e eu sigo. Vou com ela até a varanda e acendo um cigarro.encostada no parapeito ela pede que eu conte o que quero.Então eu começo.
"As pessoas, elas não me interessam. Já perderam a graça.Tudo que tenho hoje é o tédio.Esse é o preço por querer analisar tudo, por descobrir.Tudo que as pessoas se preocupam , é em contar sobre seu maldito passado. O passado delas não me interessa, nem um pouco.São raras as vezes que são engraçadas, durante todo o resto do tempo são medíocres."
Ela me observa por cima dos óculos e em seguida me pergunta:
"O que quer delas então ?"
"Que me surpreendam,pelo menos um pouco de ironia, nada daquela tentativa frustrante de sarcasmo.Não percebem que isso é privilegio dos imaginativos?
Peço que parem de rir daquilo que não conhecem, que saibam escutar e analisar,saibam discutir e não retrucar! O problema é:Estou me afogando em tédio, Esse maldito câncer da racionalidade! minha imaginação já não me entretém..quero um pouco de euforia.."
"E como faz para suportar esse tédio?"Ela pergunta.
"Eu bebo" respondo, por que se já não posso conhecer alguém que tenha uma consciência alterada e original, então altero a minha"
"Desculpe" ela diz"Mas não sei como ajudá-lo"
"Tenho uma leve ideia"Digo e em seguida fecho a porta atrás de min.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Sejam bem vindos.

Esse é um blog de contos e devaneios.Vou expor minhas teorias e loucuras.Será atualizado quando eu estiver inspirado para escrever.mas agora e unão estou.

Fim.