-Ei linda...Acorde !
- hum ?
- Quer casar comigo ?
- Sim, agora vai dormir eu.. O que ?
- Perguntei se quer casar comigo
- Tá viajando é ? Agente se conhece tem quatro horas !
- E daí ?
- E daí é que vou cobrar a mais por essa brincadeirinha de mal gosto..
- Não é brincadeira..é que eu senti algo com você ,que não sinto com outra mulher..
- Claro, eu sei fazer Popoarismo..
- Não é isso..
- Também sei outros truques tailandeses e indianos.
- Olha, paguei pela noite toda.Pode me ouvir ?
- Claro..
- Quando te vi na rua, me encantei com seus olhos azuis..Minha mãe sempre dizia que eu me casaria com uma mulher de olhos azuis com um passado que a sociedade condenaria.
- Eu uso lentes.
- Sério ?
- Deixa eu te mostrar..Pronto.Ta vendo, são lentes.Meus olhos são pretos.
- Isso não significa nada.
- você precisa de terapia garoto.
- Não preciso não, é que eu acredito no amor.
- Não me faça rir.
- Olha, nunca assistiu uma linda mulher ?
- Jesus, Maria , Jose e Erick Clapton !
- como foi sua infância ?
- Agora quer saber minha infância.. você é algum tipo de doente mental , é ?
- Não. Eu quero conversar..so isso..
- Ta bom, ta bom..desde que você pare de me encher..
- começa então !
- Cresci num colégio interno católico e..
- Ta de brincadeira comigo, que clichê é esse !
- Vou embora agora, e quero o dobro.
- Desculpa,desculpa, continua..por favor..
- Se mais brincadeiras..Cresci no colégio, porque minha mãe me deixou lá na porta quando nasci,Tenho até a foto que ela deixou na cesta comigo, olha..
- Não acredito !
- O que foi ?
- Essa é a minha mãe !
- Ta brincando comigo..
- Olha a foto que eu tenho..
- Meu deus !
- Você é minha meia Irma!
- Acho que vou desmaiar..
- não faça isso.
- me dê um bom motivo..
- Eu sou adotado.
- esse parece ser um bom motivo..
- é. E isso vai levar a outro bom motivo.
- Qual ?
- você não teria coragem de cobrar do seu único parente, teria ?
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Engano
.Ela testava minha paciência de vários modos.Quando jantávamos em algum restaurante,ela flertava com algum cara de outra mesa com um piscadela, com o propósito de que eu notasse.Outras vezes dava a tagarelar dobre seus ex namorados e como eles eram na cama.Logo depois de treparmos.Eu estava apaixonado pro ela.E sabia bem lá no fundo, que ela também estava apaixonada pro mim.
Eu dizia: Roxane, Por que faz isso comigo ?
Ela respondia:Por que eu TE AMO!
Um dia cheguei mai cedo do serviço e ouvi um barulho no quarto, Dizia a mim mesmo “é hoje” puxei a maçaneta mas a porta estava trancada , esmurrei e esmurrei.
-Quem está ai roxane? Minhas pernas tremiam.Finalmente arrombei a porta ,e no mesmo estante ouvi um barulho opaco, não era da porta.Ela estava lá, no parapeito da janela com as mãos na cabeça.
-Ele caiu! Ela gritou.
Fui até a janela,e olhei para baixo.Vi um homem estendido na calçada.Escorria sangue da sua testa , e ele se mexia.
-Tá vivo! – ela gritou – Ta vivo!
Olhei para ela e vi que caia , lagrimas no seu rosto.Ed,ela disse,vou chamar uma ambulância.
Eu não sentia raiva, a situação chegava a ser cômica.enquanto ela corria lá pra baixo com o celular na mão,eu me deitei na cama, fechei os olhos e comecei a rir e a chorar ao mesmo tempo.
Algum tempo depois ela subiu desesperada,disse que não conseguia chamar ambulância alguma , os vizinhos tentaram, mas não haviam ambulâncias disponíveis.
-Ed, terá que levar ele no seu carro!
Dei uma risada, acendi um cigarro e olhe pela janela, ele estava lá em baixo,Notei dessa vez que seu braço esquerdo estava meio torto, na parte do punho, como um L.
-Ele que morra , eu disse.
.Ela começou a chorar,Ed você não entende, ele é..você não vai acreditar..e chorava..Eu a amava e não suportava vê-la chorar. Vinte minutos depois estávamos em meu carro, ele no banco de trás gemendo, e ele ao seu lado.Quando o coloquei no meu carro, fui o mais agressivo possível, ele gemia ,sentia tanta dor, que eu sentia vontade uma vontade louca de rir.
Agora ela estava lá, com ele.
Tentei recapitular a situação.Quando bati na porta,ele que estava no ato,me ouviu, colocou as roupas rapidamente e tentou sair pela janela,escalar até a rua, mas o susto que ao ver que eu arrombava a porta, o fez cair.Caiu como um saco de bosta,plefh!
Dei uma risada.Roxane me olhou do banco de traz ,enquanto o filho da puta gemia.
Chegamos na emergência, ajudei ela a retira-lo o carro , vi ela apoiando-se nele até a portaria e arranquei.Precisava de uns drinks.
“sou um trouxa” pensei comigo mesmo.Parei no bar mais próximo e pedi uma duplo de cara.depois do sexto ,vi que ela me ligava no celular.não atendi.Terminei os drinks, fui pra casa e deitei na cama, na conseguia dormir.De madrugada passei no hospital, a vi na sala de espera, estava em prantos.Me disse que ele tava na cirurgia.Não falei nada sobre a suposta traição, fiquei na minha.
O doutor, chegou e disse :
-Senhora,Seu Irmão passa bem!
- Irmão ?
Mais tarde ele me contou que ele estava tirando folhas da calha do telhado, foi quando me lembrei que a portado quarto emperrava sempre.
Realmente sou um idiota.
Eu dizia: Roxane, Por que faz isso comigo ?
Ela respondia:Por que eu TE AMO!
Um dia cheguei mai cedo do serviço e ouvi um barulho no quarto, Dizia a mim mesmo “é hoje” puxei a maçaneta mas a porta estava trancada , esmurrei e esmurrei.
-Quem está ai roxane? Minhas pernas tremiam.Finalmente arrombei a porta ,e no mesmo estante ouvi um barulho opaco, não era da porta.Ela estava lá, no parapeito da janela com as mãos na cabeça.
-Ele caiu! Ela gritou.
Fui até a janela,e olhei para baixo.Vi um homem estendido na calçada.Escorria sangue da sua testa , e ele se mexia.
-Tá vivo! – ela gritou – Ta vivo!
Olhei para ela e vi que caia , lagrimas no seu rosto.Ed,ela disse,vou chamar uma ambulância.
Eu não sentia raiva, a situação chegava a ser cômica.enquanto ela corria lá pra baixo com o celular na mão,eu me deitei na cama, fechei os olhos e comecei a rir e a chorar ao mesmo tempo.
Algum tempo depois ela subiu desesperada,disse que não conseguia chamar ambulância alguma , os vizinhos tentaram, mas não haviam ambulâncias disponíveis.
-Ed, terá que levar ele no seu carro!
Dei uma risada, acendi um cigarro e olhe pela janela, ele estava lá em baixo,Notei dessa vez que seu braço esquerdo estava meio torto, na parte do punho, como um L.
-Ele que morra , eu disse.
.Ela começou a chorar,Ed você não entende, ele é..você não vai acreditar..e chorava..Eu a amava e não suportava vê-la chorar. Vinte minutos depois estávamos em meu carro, ele no banco de trás gemendo, e ele ao seu lado.Quando o coloquei no meu carro, fui o mais agressivo possível, ele gemia ,sentia tanta dor, que eu sentia vontade uma vontade louca de rir.
Agora ela estava lá, com ele.
Tentei recapitular a situação.Quando bati na porta,ele que estava no ato,me ouviu, colocou as roupas rapidamente e tentou sair pela janela,escalar até a rua, mas o susto que ao ver que eu arrombava a porta, o fez cair.Caiu como um saco de bosta,plefh!
Dei uma risada.Roxane me olhou do banco de traz ,enquanto o filho da puta gemia.
Chegamos na emergência, ajudei ela a retira-lo o carro , vi ela apoiando-se nele até a portaria e arranquei.Precisava de uns drinks.
“sou um trouxa” pensei comigo mesmo.Parei no bar mais próximo e pedi uma duplo de cara.depois do sexto ,vi que ela me ligava no celular.não atendi.Terminei os drinks, fui pra casa e deitei na cama, na conseguia dormir.De madrugada passei no hospital, a vi na sala de espera, estava em prantos.Me disse que ele tava na cirurgia.Não falei nada sobre a suposta traição, fiquei na minha.
O doutor, chegou e disse :
-Senhora,Seu Irmão passa bem!
- Irmão ?
Mais tarde ele me contou que ele estava tirando folhas da calha do telhado, foi quando me lembrei que a portado quarto emperrava sempre.
Realmente sou um idiota.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
standupDores e cuba- livre.
.Brian pegou o microfone e encarou a platéia.Fez uma careta demonstrando alguma piadinha em formulação.Um riso ecoou pelo salão.
- Bom.depois de um drink eu posso fazer Isso..mas depois de três ou quatro..já não sei.
Os risos se espelharam.
- Sabe, ele disse, tava na minha sala encarando o tédio..minha coleção pornô que o diga!
Um senhor que se sentava na frente engasgou-se co um bolinho de bacalhau, depois de umas tentavas cuspiu o pedaço, quase se sufocando em risos.
A platéia aplaudiu.
- Mas agora eu vou falar sobre o Satori. Sabem o que é um satori ?
A platéia respondeu me conjunto um grande “não”.
- Não estou falando daqueles animes japoneses..
Mais risos
- Tive uma namorada que havia escrito uma tese para seu mestrado sobre o Satori, ela o dividiu em quatro degraus.Me lembro como se fosse hoje,Ela tinha muito talentos, e um deles era falar de modo que eu podia entender ao mesmo tempo que chupava meu pau!
Dessa vez a platéia surtou,um rapas que se estava sentado no fundo quase caiu da cadeira de tanto rir.Briam fez um gingado pelo palco.Brincou com o microfone, fazendo uma demonstração de um boquete. - O primeiro degrau para o Satori" ela dizia enquanto me chupava "É A DOR! " e mordia meu pau.Eu via estrelas.
Os risos continuavam.
- O segundo degrau para o Satori, É o susto!" ela ameaçava me morder com tanta força, que eu realmente me assustava.
Continuou, dessa vez com a mão sobre o zíper.- O terceiro degrau é o orgasmo" ela fazia uma brincadeira com a língua, eu não consegui segurar e gozava.Me lembro que ela se levantou,foi até o banheiro, se lavou. e saio em seguida sem se despedir .Enquanto eu me recuperava,uma duvida pairou sobre minha cabeça.Fixando o olhar no teto do quarto, eu me perguntava:"Qual é o quarto degrau?" .No dia seguinte, soube que ela havia morrido.enfarto.
Um aplauso estridente soou pelo lugar.Brian se sentiu um deus.Agradeceu os aplausos saiu e pelos fundos.
A noite ainda era grande e mitos drinks ainda tinham de ser tomados.
- Sou bom! Ele dizia a si mesmo.Ninguém discordava.Mas a necessidade de aplausos era algo que encobria seu próprio vazio.Os drinks também.
Era sempre o cuba – livre que pedia.Sabia que não conseguiria, fazer outros rirem sem o álcool.E a noite fora mas curta do que imaginava,encontrou uma estranha no bar, causou nela uma crise de risos e depois a levou para seu apartamento.
Essa era sua vida.
Até as dores no estomago aparecerem.
Começou no dia seguinte, a estranha já tinha ido embora, e ele se revirou na cama, não importava o jeito que ficasse, a dor não passava.
Chamou a ambulância com dificuldades pelo celular.E agora estava no hospital.Ulcera.teria que cortar a bebida.
Para sempre.
- Doutor, isso não pode, como vou trabalhar ? ele perguntou com os olhos cheio de lagrimas.
- Aprenda a trabalhar sem a bebida.Ele respondeu.
De alguma forma Brian sabia que isso não seria possível.Treinaria na frente do espelho.Mas nada sairia.
Algum tempo depois tentou, mas fora vaiado. Estava acabado.
Voltou ao hospital com dores algum tempo depois,se submetera a bebida novamente .Uma coisa Brian aprendeu :Com dores ninguém é engraçado.
- Bom.depois de um drink eu posso fazer Isso..mas depois de três ou quatro..já não sei.
Os risos se espelharam.
- Sabe, ele disse, tava na minha sala encarando o tédio..minha coleção pornô que o diga!
Um senhor que se sentava na frente engasgou-se co um bolinho de bacalhau, depois de umas tentavas cuspiu o pedaço, quase se sufocando em risos.
A platéia aplaudiu.
- Mas agora eu vou falar sobre o Satori. Sabem o que é um satori ?
A platéia respondeu me conjunto um grande “não”.
- Não estou falando daqueles animes japoneses..
Mais risos
- Tive uma namorada que havia escrito uma tese para seu mestrado sobre o Satori, ela o dividiu em quatro degraus.Me lembro como se fosse hoje,Ela tinha muito talentos, e um deles era falar de modo que eu podia entender ao mesmo tempo que chupava meu pau!
Dessa vez a platéia surtou,um rapas que se estava sentado no fundo quase caiu da cadeira de tanto rir.Briam fez um gingado pelo palco.Brincou com o microfone, fazendo uma demonstração de um boquete. - O primeiro degrau para o Satori" ela dizia enquanto me chupava "É A DOR! " e mordia meu pau.Eu via estrelas.
Os risos continuavam.
- O segundo degrau para o Satori, É o susto!" ela ameaçava me morder com tanta força, que eu realmente me assustava.
Continuou, dessa vez com a mão sobre o zíper.- O terceiro degrau é o orgasmo" ela fazia uma brincadeira com a língua, eu não consegui segurar e gozava.Me lembro que ela se levantou,foi até o banheiro, se lavou. e saio em seguida sem se despedir .Enquanto eu me recuperava,uma duvida pairou sobre minha cabeça.Fixando o olhar no teto do quarto, eu me perguntava:"Qual é o quarto degrau?" .No dia seguinte, soube que ela havia morrido.enfarto.
Um aplauso estridente soou pelo lugar.Brian se sentiu um deus.Agradeceu os aplausos saiu e pelos fundos.
A noite ainda era grande e mitos drinks ainda tinham de ser tomados.
- Sou bom! Ele dizia a si mesmo.Ninguém discordava.Mas a necessidade de aplausos era algo que encobria seu próprio vazio.Os drinks também.
Era sempre o cuba – livre que pedia.Sabia que não conseguiria, fazer outros rirem sem o álcool.E a noite fora mas curta do que imaginava,encontrou uma estranha no bar, causou nela uma crise de risos e depois a levou para seu apartamento.
Essa era sua vida.
Até as dores no estomago aparecerem.
Começou no dia seguinte, a estranha já tinha ido embora, e ele se revirou na cama, não importava o jeito que ficasse, a dor não passava.
Chamou a ambulância com dificuldades pelo celular.E agora estava no hospital.Ulcera.teria que cortar a bebida.
Para sempre.
- Doutor, isso não pode, como vou trabalhar ? ele perguntou com os olhos cheio de lagrimas.
- Aprenda a trabalhar sem a bebida.Ele respondeu.
De alguma forma Brian sabia que isso não seria possível.Treinaria na frente do espelho.Mas nada sairia.
Algum tempo depois tentou, mas fora vaiado. Estava acabado.
Voltou ao hospital com dores algum tempo depois,se submetera a bebida novamente .Uma coisa Brian aprendeu :Com dores ninguém é engraçado.
domingo, 24 de maio de 2009
nanocontos
.Ela sempre me dizia que um boêmio passa a vida procurando motivos para se embriagar.
Enquanto eu virava a garrafa.
"querida, eu te disse como eu era antes do namoro.você concordou"
Ela sacudiu como se estivesse tendo um ataque de epilepsia.
" ta na hora de mudar porra, não quero um namorado alcoólatra!" Olhei para ela diretamente,sem piscar e tomei outro gole."concordo, ta na hora de mudar..de você mudar de namorado!" Aquilo tinha saído como que automaticamente.O arrependimento bateria em minha porta durante a ressaca matutina.
A euforia pode acabar com uma pessoa de vários modos.levantei e desci a rua sem que ela notasse que eu não pagara a conta.
Agora eu tinha motivo de sobra pra beber.
###
.Acordei por volta de meio dia.minha cabeça parecia pesar uns 15 quilos,e o arrependimento estava presente.olhei para o meu redor e o quarto estava bagunçado como o de costume.
E também como de costume,não havia ninguém comigo na cama.
.Podia ver o dia a minha a minha frente, solidão e solidão.Eu torcia para estar enganado , para algo acontecer.Mas nunca acontecia nada.
Levantei rapidamente e minha visão escureceu, cambaleei pelo quarto, tudo girava, então senti um baque no rosto.De joelhos no chão ,abri os olhos , e vi a quina do criado mudo, passei a mão no rosto e senti o sangue escorrer até o queixo.
Eu não podia reclamar,afinal,algo tinha acontecido.
Me vi em seguida na emergência do pronto socorro, com um rombo no rosto.E a saúde publica estava doente
Como o de costume.
Enquanto eu virava a garrafa.
"querida, eu te disse como eu era antes do namoro.você concordou"
Ela sacudiu como se estivesse tendo um ataque de epilepsia.
" ta na hora de mudar porra, não quero um namorado alcoólatra!" Olhei para ela diretamente,sem piscar e tomei outro gole."concordo, ta na hora de mudar..de você mudar de namorado!" Aquilo tinha saído como que automaticamente.O arrependimento bateria em minha porta durante a ressaca matutina.
A euforia pode acabar com uma pessoa de vários modos.levantei e desci a rua sem que ela notasse que eu não pagara a conta.
Agora eu tinha motivo de sobra pra beber.
###
.Acordei por volta de meio dia.minha cabeça parecia pesar uns 15 quilos,e o arrependimento estava presente.olhei para o meu redor e o quarto estava bagunçado como o de costume.
E também como de costume,não havia ninguém comigo na cama.
.Podia ver o dia a minha a minha frente, solidão e solidão.Eu torcia para estar enganado , para algo acontecer.Mas nunca acontecia nada.
Levantei rapidamente e minha visão escureceu, cambaleei pelo quarto, tudo girava, então senti um baque no rosto.De joelhos no chão ,abri os olhos , e vi a quina do criado mudo, passei a mão no rosto e senti o sangue escorrer até o queixo.
Eu não podia reclamar,afinal,algo tinha acontecido.
Me vi em seguida na emergência do pronto socorro, com um rombo no rosto.E a saúde publica estava doente
Como o de costume.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
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